Equilíbrio Emocional

Anamnese Motivacional: Uma Ferramenta dos Profissionais de Saúde

Você sabe o que vem a ser uma anamnese motivacional?

Estamos em uma época onde a saúde se faz cada vez mais importante!
Com a idade e até mesmo pelo desgaste corporal, um indivíduo pode adquirir problemas de saúde, ter dores crônicas, sentir dores nas costas, dor de coluna e em outras partes do corpo, que acaba prejudicando a boa performance.

A anamnese vem como parceira para a solução desses problemas e para que possamos transmitir o verdadeiro entendimento e necessidade dela ser feita, precisamos partir do princípio de sua explicação, ou seja, qual sua importância e indicações.
Vamos lá?

Do que se trata então a anamnese?

Se trata de um histórico que informa todos os sintomas sentidos pelo paciente. A anamnese é diferente do exame físico, mas possui grande valor para profissionais de saúde e pacientes, pois é onde são resumidos aspectos que impactam o paciente.

Como acontece o processo de anamnese?

O especialista em questão fará uma série de perguntas para o paciente. Como se fosse uma entrevista. Dessa forma, o profissional da área da saúde, começa a fazer o diagnóstico de forma precisa e detalhada.
Dentro dessa anamnese corporal, o profissional de saúde identificará a doença, bem como conseguirá traçar todas as suas causas, podendo passar o melhor tratamento para o paciente.

Nessa anamnese vários aspectos, como hábitos, rotina, incômodos, de natureza física e emocional serão todas avaliadas. Assim, qualquer área da saúde poderá ser beneficiada, já que a anamnese é indicada em qualquer quadro clínico e em qualquer área da saúde.
Para se ter uma breve visão de como acontece a anamnese motivacional, demonstraremos alguns passos, como:
• Identificação do paciente.
• Hábitos do paciente.
• Suas queixas iniciais.
• História da doença.
• Histórico familiar de doenças.
• Histórico pessoal de doenças.
• Exames físicos.
• Checagem Emocional.
• Diagnóstico.

Anamnese motivacional

Quando um profissional da saúde trabalha com a anamnese positiva, ele “vai tocar” nas dores do paciente. E o que isso quer dizer?
Que serão analisados todos os fatores que possam ter levado aquele indivíduo ao atual estado de dores.
Depois disso analisado, o profissional deve levar o paciente a ter uma visão positiva de futuro.
Como assim?
O profissional precisa primeiro estimular o paciente a ver ações benéficas, numa realidade desejada, diferente da atual. Exemplo:

“Josefa, imagine poder praticar esportes, ou viajar sem o uso da bengala, ou ainda podendo brincar com seus netos, sem sentir dores nas costas”!

Ou seja, na anamnese positiva, o profissional de saúde deve conduzir o paciente numa visão de si mesmo de forma melhorada. Com uma vida saudável e sem dores.

Quando essa projeção é exposta, logo o paciente se vê motivado a ter um futuro diferente e sem dores. Isso quer dizer que ele terá objetivos para poder melhorar, tendo assim redução no abandono do tratamento e maior acompanhamento com o especialista em questão.

Assim é chamada de anamnese motivacional ou anamnese positiva, já que o profissional de saúde deverá sempre mostrar o lado positivo, onde o paciente terá sim, uma vida saudável, mais produtiva, com menos cansaço e desmotivação.
Portanto, a partir dessas indicações, é que o profissional terá condições equilibradas de orientar o melhor tipo de tratamento para cada caso.

Ficou claro? Tem alguma dúvida? Entre em contato conosco e ficaremos felizes em esclarecer sua dúvida!

Faça GRATUITAMENTE um diagnóstico de competências profissionais! Agende o seu horário:

Sinais que repercutem na saúde

A nossa busca por qualidade de vida é importante darmos atenção para os alertas físicos e principalmente os emocionais, pois dores físicas e outros problemas podem vir em decorrência não somente de lesões ou acidentes, mas podem estar relacionados a outros desequilíbrios do nosso organismo.

Um exemplo de sistema presente em nosso corpo e possui funções que estão atreladas ao nosso bem-estar físico e mental é o equilíbrio do nosso sistema nervoso Autônomo (SNA), também pode ser chamado de sistema nervoso visceral.

O SNA é responsável pelas reações do nosso corpo as funções como respiração, digestão e circulação sanguínea. Conhecer o nosso corpo influi de forma positiva na saúde física, mental e o equilíbrio emocional.

 

Sistema Nervoso Autônomo – SNA

O SNA divide-se em sistema parassimpático e simpático.

Ele é responsável pelas reações do nosso corpo como, por exemplo, quando entramos em um local com ar condicionado sentimos frio e o corpo gera calor a fim de reduzir aquela sensação térmica ou ao caminhar em um dia ensolarado sentimos calor e começamos a suar, esse suor é o organismo reequilibrando a temperatura do corpo.

Além disso, o SNA é responsável por funções como os batimentos cardíacos, vasomotricidade do nosso sistema vascular como alterações da pressão arterial e controla as funções digestivas no organismo.

 

Parassimpático, as funções desse sistema estão relacionadas com o nosso corpo a momentos de calma, ele atua da seguinte forma: desacelerando batimentos cardíacos, reduzindo adrenalina ou a pressão arterial.

 

Observe:

  • Nervo Oculomotor – coordena o músculo ciliar e o esfíncter da pupila. Responsável pela coordenação em quase todos músculos do bulbo do olho;
  • Nervo Facial – responsável pelo movimento dos músculos faciais e pela sensação gustativas do terço anterior da língua;
  • Nervo Glossofaríngeo – percepções sensoriais da faringe, laringe e palato, também da sensação gustativa do terço posterior da língua;
  • Nervo Vago – permite a integração das sensações das vísceras torácicas, rins, estômago, faringe e uretra.

O sistema nervoso Simpático tem função contrária ao parassimpático.

Este sistema tem funções relacionadas a momentos de estresse, aumentando assim os batimentos cardíacos, a pressão arterial e os níveis de adrenalina. O sistema simpático tem seus neurônios localizados na medula espinhal e próximo a coluna vertebral ( T1 a L2 ). O modo como o sistema nervoso simpático funciona é por envio de informações para diferentes partes do corpo de forma às vezes simultâneas. Essa transmissão de informações são classificadas em dois tipos: mensagens eferentes e mensagens aferentes. Sendo que as mensagens eferentes são as nossas reações como: aceleração dos batimentos cardíacos, pupila dilatada, transpiração, peristaltismo do estômago, etc. As mensagens aferentes são informações que se transformam em sensações de calor, frio ou até mesmo dor.

Quais os sinais do nosso corpo

O equilíbrio entre o SNA parassimpático e o simpático como vimos anteriormente, eles funcionam de forma contrária ao outro. Por isso que quando uma das divisões trabalha mais do que a outra, ele começa a predominar no organismo e prejudica o funcionamento do nosso corpo. Quando o sistema simpático começa a ser predominante, as consequências são:

funções do parassimpático comprometidas, uma digestão lenta, falta de sono e fome, agressividade, ansiedade e outros problemas intestinais, como úlceras. Com o simpático mais ativo que o parassimpático, os problemas podem ser tanto emocionais como físicos.

Porém, quando o parassimpático começa a predominar, a digestão melhora, os nutrientes são absorvidos de forma mais eficiente, melhorando a função de vários órgãos.

Porém, as consequências como: sonolência, pressão baixa, depressão, alergias, bronquite, obesidade e asma. O indivíduo que tem a predominância desse sistema, não está predisposto a realizar atividade física e necessita de longas horas de sono, o que facilita o desenvolvimento do sedentarismo.

Como vimos, o desequilíbrio das divisões do SNA podem trazer consequências físicas e emocionais para o nosso corpo.

 

Sistema neuroendocrino
Sistema neuroendócrino

O equilíbrio do SNA pode ser alcançado através de um trabalho respiratório, a meditação, atividade física além de melhora a capacidade de movimentação do corpo por exemplo, é fundamental para se ter um sistema simpático-parassimpático equilibrado.  A pessoa que possui esse equilíbrio tem sono regular, energia, melhor digestão, emoções controladas sem extremos e conseguem lidar com suas emoções.

O profissional da saúde precisa de uma avaliação que permita identificar todos os fatores que podem influenciar a saúde do paciente, como qualidade do sono,  estresse, alimentação e estilo de vida. O nosso corpo através do nosso SNA emite sinais de algum desequilíbrio, que interfere diretamente sobre nosso sistema neuroendócrino proporcionado uma reação e interferência em vários sistemas.

Essa é a proposta do Conceito SIn! Trazer o paciente para o centro da atenção! Permitir a troca de experiência de fisioterapeutas, dentistas, psicólogos, médicos, nutricionistas dentre outros profissionais de saúde, para beneficiar sempre o paciente com um atendimento integrativo. Quer participar do maior e mais completo programa de treinamentos para profissionais da saúde? Clique aqui!

Dor e suas consequências

A dor é uma das experiências mais antigas e mais compartilhadas no mundo. A dor nos mantém vivos, nos ajuda a evitar mais dores e lesões .  Nossa percepção de dor é uma combinação de expectativa anterior mais sensação real. Este sistema é eficiente para nosso cérebro, porque resulta em uma rápida avaliação e reação, mas pode ter suas desvantagens.

A dor de acordo com a IASP ( International Association for the Study of Pain ) é uma Experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos.

A expressão da dor varia não somente de um indivíduo para outro, mas também de acordo com as diferentes culturas na qual ele está inserido.

O surgimento de dor é crescente no mundo e podemos listar uma série de causas :

Estilo de vida;

Maior longevidade;

Modificações do ambiente em que vivemos

Novos conhecimentos sobre os mecanismos de dor

Além de gerar estresses físicos e emocionais para os doentes e para os seus cuidadores, a dor é razão de fardo econômico e social para a sociedade.

A pessoa que possui dor crônica tem crenças que podem influenciar a adesão ao tratamento, piora da incapacidade e tamanho da dor. Essas crenças são noções pré-existentes ​​e culturalmente aprendidas sobre situações, eventos, pessoas e ideias.  A maneira pela qual “entendemos” algo e os significados que atribuímos a ele influenciam nossas emoções e comportamentos em relação a tais situações.

O medo de se movimentar é chamado de “Cinesiofobia” é uma situação em que as pessoas desenvolvem medo porque possuem a crença que o movimento é a causa da dor e da piora da lesão. A resposta a esta crença é evitar o movimento e se concentrar nos comportamentos de imobilidade (repouso) que acabam gerando mais incapacidade.

É importante também lembrarmos que na dor aguda, iremos tender a se movimentar pouco com a idéia de curar a lesão e isso é perfeitamente aceitável e justificável. Porém na dor crônica esse tipo de postura diante da dor não se justifica e acaba levando a novos problemas que podem ser funcionais, emocionais e sociais.

Evidentemente nem todas as pessoas com dor crônica vão desenvolver medo do movimento, portanto se a experiência de dor não for percebida como uma ameaça, ela pode ser enfrentada pelo indivíduo.

Caso o comportamento de evitação do movimento se torne persistente, este indivíduo pode  apresentar diversos problemas musculoesqueléticos como síndrome como a fadiga, ansiedade, hipervigilância, depressão e piora do quadro da dor. Portanto quanto mais medo,mais crenças a pessoa tiver, mais dor ele irá apresentar, independentemente da presença de uma lesão real ou não.

Essa situação está descrita na literatura como “modelo de evitação e medo. Dentro do modelo de evitação e medo devem‐se considerar todos os fatores relacionados, como a intensidade da dor e história prévia ; em conjunto com os comportamentos de hipervigilância/atenção à dor e comportamentos de evitação, isso pode determinar a evolução do transtorno e a resposta ao tratamento

A estratégia utilizada pelo profissional do conceito SIN é usar neste indivíduo estratégias específicas para identificar quais são as crenças e medos apresentadas e trazer para uma realidade que ele possa visualizar sobre o quanto o medo e as crenças mal condicionadas estão prejudicando ele e não somente nos sintomas de dor.

 

Neste ponto interferimos de forma gradual e desconstruir as idéias pre-existentes e expor ele a uma vida mais ativa, com mobilidade e eliminar a relação da crença e dor.

 

As últimas evidência científicas mostram que os fatores sociais e cognitivas são tão ou mais importante que os fatores físicos na transição entre a dor aguda e crônica . Muitos dessas crenças dos pacientes são geradas por informações dadas por profissionais da saúde que insistem em justificar a dor apenas por alterações estruturais, principalmente aquelas que são mostradas em exames de imagem e se torna fundamental que  a pessoa possa voltar a confiar no corpo dele e mudar essa imagem negativa , diminuindo a cinesiofobia e catastrofismo e com isso acontece a mudança do seu comportamento.

Algo muito importante é entender que a mudança de crença gera mudança em comportamento e mudança de comportamento é algo muito mais efetivo do que qualquer técnica de manipulação ou exercício se não houver mudança de comportamento essas técnicas passam a ter um resultado apenas a curto prazo e não a longo prazo.

Embora ainda haja uma série de questões não resolvidas que merecem atenção futura, o medo e evitação relacionados à dor parecem ser uma característica essencial do desenvolvimento de um problema crônico para um número considerável de pessoas com dor musculoesquelética.

Desta forma se faz mais que necessário que ao avaliar um paciente com quadro de dor é fundamental uma visão integrativa, considerando todos os pilares da saúde principalmente o pilar da “inteligência emocional”, onde o profissional pode atuar e realmente gerar mudanças na saúde do paciente de forma global e de forma mais assertiva no comportamento doloroso do paciente e o ajudando a ser agente importante no controle da dor.

Essa é a proposta do Conceito SIn! Trazer o paciente para o centro da atenção! Permitir a troca de experiência de fisioterapeutas, dentistas, psicólogos, médicos, nutricionistas dentre outros profissionais de saúde, para beneficiar sempre o paciente com um atendimento integrativo. Quer participar do maior e mais completo programa de treinamentos para profissionais da saúde? Clique aqui!
psicologia positiva
Psicologia Positiva na Saúde

O ser humano busca incessantemente a felicidade, isso levou a pesquisadores de grandes universidades de Harvard, Yale, Pennsylvania e Michigan a se reunirem com propósito de descobrir os caminhos que levam as pessoas atingirem bem-estar e satisfação.

Assim, no final da década de 90, despontou a Psicologia positiva, que tem como finalidade estudar a potencialidade humana, e pretende somar o papel curativo dos estudos psicológicos convencionais, com também o trabalho preventivo, para assim assegurar qualidade de vida, pleno desenvolvimento do potencial humano e saúde mental e física.

A organização mundial de saúde (OMS) define saúde não como apenas “ausência de doenças”, mas o “estado de completo bem-estar físico, mental e social”

E por que tanta busca pela felicidade?

Estudos apontam que a felicidade, tem como finalidade muito mais que apenas proporcionar bem-estar.

Emoções positivas, como esperança, alegria, otimismo, tornam nosso corpo, intelecto, e ações sociais e físicas mais fortes, diante de qualquer ameaça ou grandes oportunidades que possam aparecer em nossas vidas.

Considerando a importância de tudo que acerca o uso da psicologia positiva, que segundo pesquisadores hoje é vital para sobrevivência humana, cada vez mais clínicas e consultórios se especializam em aplicá-la, com intuito de melhorar a qualidade de vida de seus pacientes.

E qual a importância da psicologia positiva na saúde?

O atendimento em clínicas e consultórios tem como objetivo potencializar o indivíduo, e não a simples cura, algumas pesquisas apontam que o alívio da dor em si não traz a felicidade, é preciso ir além de apenas amenizar o sofrimento, é preciso alcançar condições para conquistar a alegria de viver e a prevenção de doenças e problemas a partir da psicologia positiva.

Com aplicação da psicologia positiva é possível aumentar a compreensão dos fatores de riscos no processo saúde e doença, e assim diminuir as possibilidades de as pessoas apresentarem problemas físicos e sociais relacionados a eventos negativos.

Estudos apontam que existe uma relação muito próxima entre espiritualidade e a saúde de uma forma geral, aqueles que apresentam índices mais elevados de bem-estar espiritual tendem a ter mais esperança, gerando assim menos estresse durante diversos tratamentos, trazendo resultados mais positivos na cura e na qualidade de vida de pacientes com doenças crônicas.

Sendo assim, a espiritualidade pode ser usada como um auxiliar, no processo terapêutico de enfatizar pontos sadios no desenvolvimento humano, contribuindo para melhor enfrentar no quesito saúde e doença.

Ainda é importante ressaltar a ênfase na capacidade da resiliência, que se trata do processo de psicologia positiva diante as adversidades.

Todas essas questões são amplamente discutidas e observadas durante os tratamentos clínicos que envolvem a terapia positiva.

Contudo, mais que tratamento, os profissionais clínicos hoje oferecem auxílio na prevenção de doenças como depressão e ansiedade, onde a prática dessa ação, propõe a estimulação de forças positivas para extrair o máximo de sucesso no processo de inibir males mentais e físicos.

Diante de todos os pontos importantes que estão relacionados entre a psicologia positiva, a espiritualidade, resiliência e a questão de cura de doença e prevenção da saúde, pode se concluir que as inserções das práticas clínicas com a psicologia positiva sejam elas em forma de psicoterapia individual ou em grupo, é de grande valia nos dias atuais em que se preza e busca pela qualidade de vida, pela longevidade física e mental, extraindo todo potencial humano quanto a viver de forma mais saudável e feliz.

Portanto, a dica é atuar com assertividade, aplicando os padrões de psicologia clínica dentro de seu consultório.

Interessante, não é mesmo?

Agora fazemos um convite todo especial para que conheça nosso treinamento que o levará a alta performance clínica! CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER!

Saúde Integrativa
Entenda o que é saúde integrativa e sua revolução nos consultórios

Ir além da queixa inicial, dor ou qualquer outro sintoma do paciente, considerando tudo o que se refere a seus hábitos para propor uma transformação positiva em sua vida. Essa é uma das premissas do conceito SIn de saúde integrativa, que enxerga o paciente de forma global, não se restringindo a um tratamento pontual ou prescrição de medicamentos para a resolução de um problema ou patologia. Em resumo, é um tratamento para cuidar da saúde, e não da doença.

Ao adotar o conceito SIn, o profissional de saúde não fica limitado a sua especialidade. Faz um atendimento que leva em conta quatro aspectos de vivência do paciente: estilo de vida, emoções, alimentação e amplitude do movimento. Não fica restrito a um histórico de doenças, mas considera tudo o que se relaciona com os hábitos de vida atuais, para indicar um tratamento completo e multidisciplinar.

O objetivo é transformar de forma eficaz a saúde do paciente dali para a frente. Como se vê, o profissional de saúde está mais próximo de seu paciente, acompanhando toda a jornada de tratamento. Entenda mais!

Você vai analisar o corpo de forma global

Vamos dar um exemplo prático. Uma pessoa procura um profissional para tratar a dor na coluna. As consultas são realizadas, a dor cessa, mas passa um tempo e o paciente volta a sentir a dor. Parece que o problema não foi resolvido. Fica claro como tratar somente a queixa não foi suficiente nesse caso.

Agora, utilizando o conceito SIn, esse profissional pode ir além da dor, trabalhando com outras áreas da saúde. É a análise do corpo de forma global: será que não é preciso considerar fatores emocionais? Como é a rotina desse paciente? E sua alimentação? O que ele precisa fazer para mudar?

O conceito SIn de saúde integrativa tem embasamento científico e utiliza como ponto-chave a correlação entre todos os sistemas do corpo humano. Por isso, é uma nova tendência no atendimento de saúde de dentistas, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos, dentre outras especialidades da saúde. Para o paciente, isso significa receber um tratamento de transformação, que une o que mais funciona das terapias convencionais e complementares.

Alimentação de má qualidade, o estresse, ansiedade, depressão e sedentarismo são alguns dos fatores que o projeto integralista de saúde considera. O profissional de saúde vai esmiuçar o estilo de vida do paciente e propor um plano terapêutico para transformar essa realidade.

A proposta é de um tratamento de mudança de vida

A saúde integrativa propõe um tratamento para o presente e futuro! Aliás, o conceito SIn é revolucionário porque constatou que o insucesso no atendimento de saúde tradicional está justamente em considerar somente o histórico do paciente para indicar um tratamento pontual.

O profissional de saúde capacitado no conceito SIn não quer saber como seu paciente se comportou no passado, mas sim descobrir o que ele pode fazer agora e no futuro para ter qualidade de vida, ou seja, viver de forma plena e saudável.

Os especialistas nesse conceito explicam que se basear no passado é uma forma de culpar o paciente — e não é assim que se consegue eficácia em um tratamento de saúde. Isso porque corpo e mente andam juntos!

Ao considerar o futuro, o profissional de saúde motiva essa pessoa a mudar de vida, com novas atitudes. Ao se sentir encorajado para a mudança, o corpo trabalha a favor, produzindo substâncias como endorfina e serotonina, que têm um poder transformador e acabam ajudando na diminuição, por exemplo, da dor. O fator emocional tem influência direta na fisiologia do corpo. Viu como todo o organismo trabalha de forma integral?

Com esse formato de atendimento de saúde, o profissional aprende a trabalhar em conjunto e indicar seu paciente para outras áreas, conforme a necessidade. Essa troca de informações é importante tanto para o paciente quanto para quem faz o atendimento. São profissionais que vão falar a mesma língua, trabalhando em um tratamento integral.

A ciência mostra por que o conceito SIn é tão importante

Estudos científicos mostram como todo o corpo funciona de forma integral. Uma revisão literária de artigos concluiu, por exemplo, que a oftalmologia pode impactar os dentes. As conclusões publicadas no The Open Dentistry Journal, em 2016, mostraram a conexão entre a oclusão dental e a visão.

Outra relação é da cefaleia com a DTM (disfunção temporomandibular), ou seja, fica claro como uma queixa de dor de cabeça pode ser tratada de forma mais eficiente com o método de saúde integrativa.

Cada paciente deve ser tratado de forma única

Diferente do método tradicional de atendimento, em que uma medicação ou tratamento é direcionado para uma patologia, a saúde integrativa trata cada paciente como único. É embasada no conceito de bioindividualidade, ou seja, cada um apresenta necessidades alimentares e estilos de vida próprios.

Dessa forma, o profissional de saúde propõe um tratamento que realmente vá fazer a diferença porque foi planejado especificamente para aquele paciente.

Ao oferecer um tratamento baseado no conceito SIn, o profissional consegue conquistar e reter o paciente porque foi um agente de mudança em sua vida. O paciente é acolhido de forma humanizada, e não apenas sai da clínica com uma receita de remédio e uma lista de exames. E o pior: sem resolver efetivamente seu problema! Já está na hora de mudar esse tipo de intervenção!

Como o conceito SIn de saúde integrativa deve ser utilizado

Existe alguma metodologia para realizar atendimentos utilizando o conceito de saúde integrativa? Os profissionais de saúde que querem aprender a trabalhar com a saúde integrativa podem se inscrever agora nos cursos da empresa Conceito SIn. Os cursos oferecem orientações específicas e de sucesso para que você forneça um atendimento inovador em sua clínica.

Indicam como fazer a intervenção clínica, ter um relacionamento mais próximo com o paciente e fazer as mudanças no espaço físico de sua clínica. Ensinam também todas as técnicas para fazer um plano terapêutico e outros passos para capacitar o profissional de saúde nessa proposta que está transformando os consultórios.

Agora você já sabe como é possível conquistar mais pacientes atendendo de modo inovador! Conte-nos o que achou do conceito SIn deixando seu comentário abaixo!

Emoções: Como Interpretar no Consultório?

O quanto você acha que as emoções podem determinar o sucesso ou o insucesso de um tratamento? Quais são os critérios que você utiliza para compreender as questões emocionais dos seus pacientes?

O Conceito SIn tem em seu formato de trabalho a preocupação em capacitar profissionais de saúde a entenderem o ser humano como um todo, com uma proposta bem consolidada e embasada científicamente. Dentro desse contexto, é fundamental entender a repercussão de emoções como ansiedade, depressão, estresse e outros dentro da fisiologia corporal.

Quem é que nunca teve nenhuma experiência negativa na vida? O que irá diferir é a forma como reagimos a estas experiências e também a forma de avaliar a vida.

Uma das medidas comumente adotadas em casos de decepção (experiências negativas) é exatamente o da fuga das relações interpessoais. A pessoa a medida em que desconfia da boa vontade dos parceiros de relacionamento, ela vai se esforçar parar manter a independência comportamental e mesmo a distância emocional dos parceiros.

Como resultado, as pessoas no alto da fuga tendem a ver metas de relacionamento como secundárias para a atingir suas metas. Elas se tornam mais independentes e isoladas.

O que já se sabe entretanto é que o suporte e o convívio social tem sido associados como fatores chaves de resiliência para promover o enfrentamento diante das situações de dificuldade e estresses psico-sociais.

Do ponto de vista fisiológico, relações interpessoais favorecerão a produção de ocitocina que é um importante neurotransmissor para a percepção de saúde e bem estar. Compreende a preocupação?

Enquanto a fuga está associada com maior hostilidade, as emoções negativas relacionadas com sentimentos de inferioridade e a fraqueza, tenderão a gerar comportamentos depressivos e de medo. Pessoas mais depressivas querem sempre ter alguém por perto, sempre estarem ligadas a alguém (mesmo o profissional de saúde). Elas não querem assumir tanto o controle das coisas e podem terceirizar hábitos saudáveis se eximindo assim de qualquer responsabilidade pelo sucesso ou insucesso de um tratamento.

Na depressão, é importante reforçar, as várias emoções negativas vividas são, muitas das vezes, congruentes com o objetivo de ganhar a atenção e apoio de familiares e amigos. Elas precisarão destas emoções negativas para alimentar e exagerar os seus desejos de receberem atenção.

E na ansiedade? A ansiedade está associada com a utilização de estratégias de hiperatividade. Ou seja, os indivíduos com ansiedade são vigilantes relativamente a eventuais ameaças e exageram na gravidade dos problemas para manter o sistema de fixação sempre ativo. É quase como se não desligassem. As repercussões em torno do estresse e mesmo da produção de cortisol tendem a ser mais significativas nestes casos.

O que fica claro até aqui é a necessidade dos profissionais de saúde terem ferramentas capazes de identificar prováveis focos de alterações emocionais pois estes podem determinar a perpetuação de sintomas.

Conheça agora o curso mais completo e integrativo para profissionais de saúde. Acesse a página do curso: conceitosin.com.br/cursos

Qual é o Melhor Modelo de Saúde?

O raciocínio de um único modelo de saúde é muito simples, fácil e lógico, até que…

As suas dores são devidas à sua má postura!! Tudo passa pelo desalinhamento do corpo! Quantas vezes você já não disse isso para um paciente! Pois é, eu já fiz muito isso mas o trabalho aqui apresentado pelo respeitado autor e pesquisador Eyal Lederman, lhe fará refletir muito sobre essas questões e principalmente pelo modelo de saúde PEB (postural-estrutural-biomecânico).

O modelo de saúde PEB tende a levar em grande consideração aspectos como a avaliação postural na determinação da causa das dores, observar hipercifoses, hiperlordoses, assimetrias e outras alterações. Essas alterações tenderiam a gerar estresses alterados sobre as articulações e consequentemente os quadros dolorosos. Cabe aqui já uma primeira reflexão: O que esperar da coluna lombar de orientais? Eles já possuem um considerável apagamento da lordose. Seriam eles mais tendeciosos a sofrerem com dores na coluna?

Outros parâmetros normalmente implicados nesse conceito passam pela análise da flexibilidade e palpações na procura de estados de tensão muscular aumentados e rigidez excessiva.

A premissa básica então deste modelo é a de que através de procedimentos terapêuticos manuais os desalinhamentos seriam corrigidos e assim melhorariam a condição presente e preveniria episódios recorrentes.

Uma reflexão importante a ser colocada, neste momento, refere-se aos diferentes achados PEB encontrados em pacientes com dor. É comum notar, por exemplo, pacientes que sofram com dor lombar com fraqueza e atraso no recrutamento dos músculos abdominais mas será que eles são realmente a causa da dor?

Trabalhos chegam a apontar que 47-66% de casos de degeneração discal sejam devidos a fatores hereditários e ambientais enquanto apenas 2-10% poderiam ser explicados por estresses físicos.

back-pain-at-work-2

Agora você está se perguntando: ok, eu compreendo essas explicações mas…

Qual seria o melhor modelo de saúde a considerar na clínica do meu paciente?

Essa é a pergunta comumente levantada nos cursos. Surge nesse ponto a necessidade de considerar os fundamentos defendidos pelo Conceito SIn e as idéias apresentadas por Lederman.

Lederman defende através dos seus estudos a capacidade de adaptação biológica dos nossos tecidos. Esta adaptação estaria dentro de uma margem favorável que impede que os sintomas surjam. Tal premissa é fortemente apoiada pelos ideais do Conceito SIn. Dentro da nossa proposta há a necessidade de um conjunto de fatores que somados poderão ou não determinar dores e doenças.

A lógica de não se apoiar em apenas um componente da saúde física mas também em outros fatores como hábitos alimentares, mudanças no estilo de vida e implementações na inteligência emocional propicia um modelo de intervenção único e verdadeiramente global.

Receba GRATUITAMENTE dicas em seu e-mail preenchendo o formulário abaixo.