Odontologia

marketing para dentistas
Importância do marketing para dentistas

Qual é importância de um sorriso? E qual é a importância de um dentista?

Um sorriso é capaz de acalmar a alma, abrir grandes portas para novas possibilidades, é capaz de trazer alívio para diversas dores, é chamado de espelho da alma.

E qual é importância do seu trabalho como dentista?

Consegue entender como você é capaz de mudar a vida de uma pessoa?

E será que as pessoas sabem que por traz de um belo sorriso, existe um competente dentista?

É para essa finalidade que existe o marketing, para promover a importância do seu serviço e todos os benefícios que ele pode levar até as pessoas, conseguindo criar e consolidar uma marca efetiva no ramo da odontologia, com foco em atrair e fidelizar clientes.

Por muito tempo o marketing para dentistas e outras áreas de saúde não eram bem vistas. Considerado em alguns casos como desnecessário. Contudo, hoje a realidade é outra e é pensando em manter seu consultório competitivo e lucrativo que você deve optar pelo novo e revolucionário conceito em aplicar marketing na área da saúde.

Efeitos que o marketing profissional traz

O marketing para dentistas tem suas particularidades já que visa promover a saúde da boca!

E é por isso, que você dentista, deve se preparar de maneira adequada e investir em especialização para atingir clientes em potencial.

E qual é o propósito dessa especialização?

  • Definir o foco de atuação.
  • Criar diferencial para crescer no mercado de trabalho para dentistas.
  • Se posicionar de maneira adequada diante do mercado e de seus concorrentes.

E quais benefícios a especialização e o marketing profissional pode promover?

  • A conquista de novos pacientes.
  • Fidelizar clientes.
  • Fortalecer sua imagem de autoridade no ramo.
  • Aumentar a sua visibilidade de novas oportunidades.
  • Atingir suas expectativas financeiras.

Uma excelente chance de crescer e se desenvolver dentro da odontologia se tornando assim, um profissional amplamente capacitado para responder as exigências do mercado.

E quais os tipos de marketing que podem ajudar na consolidação do seu nome?

Seus serviços podem ser encontrados de duas formas: por meio de indicações, o famoso termo boca a boca, ou quando o paciente faz uma busca pelo atendimento e o marketing digital ou tradicional servem para fortalecer os meios de localização do seu consultório odontológico.

Marketing digital – Se trata de um conjunto de estratégias e ferramentas desenvolvidas para atrair o seu cliente através da internet;

  • Inbound marketing (blogs, vídeos, webinários…)
  • E-mail marketing.
  • Redes sociais.

E tudo que se relaciona ao mundo virtual. Entenda que a capacidade de atingir o público é gigante, uma vez que a internet não tem fronteira, contudo, mais uma vez é necessário técnica e estratégia para alcançar seus objetivos.

Marketing tradicional – Esse pode ser o desenvolvido de maneira física, através de panfletos, cartões de visita e impressos dos mais variados tipos, que tem como propósito o mesmo que o marketing digital, mas de uma maneira mais localizada e com custos menos acessíveis.

Mude sua vida profissional

E se você profissional dentista já consegue observar a necessidade de se reciclar e se especializar para oferecer mais e melhor para os seus clientes, não pode deixar escapar a oportunidade de participar de um treinamento espetacular com conceito inovador.

Com foco em aumentar sua produtividade, agregar valor à sua clínica odontológica através do marketing e ainda oferecer a você a oportunidade de aprender tudo sobre a saúde integrativa.

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distúrbios do sono e má oclusão
Distúrbios do Sono e Má Oclusão

Estudos apontam que a oclusão dentária influencia a posição da mandíbula, que por sua vez tem íntima relação com a articulação temporomandibular. Em razão da necessidade de um melhor encaixe dos dentes e do conforto articular, podemos afirmar que a má-oclusão está diretamente envolvida com disfunções articulares temporomandibulares (DTMs) e com distúrbios do sono.

Dormir bem é uma necessidade biológica, está diretamente ligada à qualidade de vida do ser humano. O período de repouso é essencial, pois enquanto dormimos, o organismo realiza funções como fortalecimento do sistema imunológico, secreção e liberação de hormônios, consolidação da memória, revitaliza e recupera todo o organismo.

Estudos apontam que mais de 40% da população brasileira apresenta algum distúrbio ligado ao sono.

Dentre os vários motivos associados a má qualidade do sono, pode-se destacar os fatores otorrinolaringológicos ou odontológicos, alimentação inadequada, uso de drogas lícitas ou ilícitas, sedentarismo, problemas de ordem psicossocial como o estresse, excesso de trabalho, jornadas duplas, falta de rotina, problemas financeiros, familiares, ritmo de vida acelerado, são fatores corriqueiros presentes na sociedade atual.

As consequências de um sono de má qualidade vão desde do estresse e ansiedade, a curto prazo, a complicações cardiovasculares após alguns anos. A hipertensão arterial, diabetes, obesidade, envelhecimento precoce, doenças infecciosas, dificuldades de aprendizagem e memorização estão relacionados à privação do sono.

A apneia ou hipopneia são distúrbios do sono considerados um problema de saúde pública, por aumentar a mortalidade cardiovascular e os acidentes de trânsito. Caracteriza-se por episódios recorrentes de obstrução parcial ou completa das vias aéreas superiores durante o sono.

O fluxo aéreo é diminuído na hipopneia ou completamente interrompido na apneia, a despeito do esforço respiratório, causando diminuição da oferta de oxigênio ao organismo que para se manter vivo tem que se acordar para voltar a respirar, levando à privação de sono.

Apresenta como sinais e sintomas o ronco, a interrupção da respiração de forma intermitente durante o sono, levando ou não a interrupção do sono, agitação ao dormir, sensação de sufocamento ao despertar, sonolência excessiva diurna, por conta da má qualidade do sono, impotência sexual, cefaleia, irritabilidade, depressão e ansiedade.

Os fatores que predispõem à síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono são: obesidade, sexo masculino, alterações craniofaciais (ex. queixo pequeno, língua grande), aumento do tamanho das tonsilas palatinas e faríngeas (amígdalas e adenóide), aumento da circunferência cervical, obstrução nasal, familiares com história de ronco e apneia do sono, anormalidades endócrinas (ex. doenças da tireóide e acromegalia), uso de álcool, tabagismo, uso de calmantes, cansaço excessivo e idade avançada.

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Outro distúrbio do sono está associado ao hábito involuntário de apertar e ranger dos dentes enquanto se dorme, caracterizando o bruxismo do sono, parafunção que aplica forças excessivas sobre a musculatura mastigatória.

De causa ainda obscura, costuma ser exacerbado pelo estresse, ansiedade e eventualmente problemas neurológicos. Durante os episódios, a força realizada sobre a musculatura e os dentes é excessiva podendo causar: dor facial, desconforto muscular principalmente ao morder, dor de cabeça, desgaste dos dentes e danos à gengiva.

O sintoma mais comum é o desgaste do esmalte dos dentes, por isso é na maioria das vezes diagnosticado pelo dentista.

Como entender a relação entre a má-oclusão dentária, as disfunções articulares temporomandibulares e os distúrbios do sono?

Estudos apontam que a má-oclusão dentária influencia a posição da mandíbula, que por sua vez tem íntima relação com a articulação temporomandibular. Em razão da necessidade de um melhor encaixe dos dentes e do conforto articular, podemos afirmar que a má-oclusão está diretamente envolvida com disfunções articulares temporomandibulares (DTMs) e com distúrbios do sono.

Um maior contato da superfície oclusal dos dentes superiores e inferiores fora do padrão funcional da oclusão, pode trazer danos aos dentes.

Ocasionando contatos prematuros e fraturas, retrações gengivais, reabsorção óssea, dores musculares e miofasciais, doenças da coluna, desigualdades de comprimento de pernas, postura incorreta da cabeça, rompimento e estiramento dos ligamentos e alterações nas estruturas articulares; sobretudo diante de um hábito parafuncional, tal como o bruxismo, o hábito de apertar ou ranger os dentes.

As causas do bruxismo do sono são multifatoriais e ainda pouco conhecidas. A má oclusão dentária, a busca constante do organismo pelo contato dentário mais satisfatório, as tensões emocionais podem estar relacionadas a este distúrbio.

Inevitavelmente  pode desencadear dores de cabeça irradiadas e/ou dores projetadas no corpo. O ruído característico do ranger dos dentes, desgaste dentário, hipertrofia dos músculos mastigatórios e temporais, dores de cabeça, disfunção da articulação temporomandibular, má qualidade de sono e sonolência diurna estão entre as principais manifestações clínicas do bruxismo do sono.

O diagnóstico é feito pela observação de um desgaste dentário anormal, ruídos de ranger de dentes durante o sono e desconforto muscular mandibular.

A polissonografia registra os episódios de ranger dos dentes, permitindo identificar alterações do sono e microdespertares.

O tratamento deve ser individualizado, multidisciplinar e integrado.

Como o bruxismo do sono tem causas variadas, o tratamento também segue na mesma direção. Estudo evidencia que a contribuição do estresse psicossocial na etiologia do bruxismo não pode ser negligenciada e, que o tratamento cognitivo e comportamental, incluindo alterações no estilo de vida, podem ser benéficos.

A indicação do uso de dispositivos intraorais (placas de mordida ou miorrelaxantes) visa não só a proteção dos dentes prevenindo o desgaste dentário ou fraturas durante o sono.

distúrbios do sono e má oclusão
Dispositivos intra orais

Como também, conduzir ao posicionamento correto do côndilo, que por sua vez, reduzirá a hipertonicidade muscular, estimulada outrora pelo apertamento dentário, amortizando, desta forma, as dores na ATM, de cabeça e em outras partes do corpo.

Faz-se necessário uma abordagem psicoterápica, fisioterapêutica, odontológica, farmacológica e suas combinações, de acordo com o perfil do paciente.

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Assim a odontologia não se restringe a tratar apenas os dentes. Um exemplo muito evidente da influência da oclusão dentária na origem das DTMs e na baixa qualidade de sono pode estar relacionada a posição mandibular.

A retrusão mandibular, influenciada pela verticalização dos incisivos, produz uma compressão da parede posterior da cavidade articular do osso temporal, uma região altamente inervada e vascularizada, acionando e sensibilizando a via da dor.

Além disso, a retrusão mandibular é uma das principais causas do ronco e da apnéia obstrutiva do sono. Em função dessas informações, pode-se afirmar que o tratamento das DTMs e dos distúrbios do sono é multidisciplinar.

A odontologia integrativa não está preocupada somente com a estética, mas com a função do sistema estomatognático e a qualidade de vida de um ser humano, física e emocional. Assim, o ideal para o tratamento de pacientes que possuem distúrbios do sono e problemas oclusais é o trabalho integrado entre os profissionais da saúde, visando sanar a causa, não apenas tratar os sintomas.

Essa é a proposta do Conceito SIn! Trazer o paciente para o centro da atenção! Permitir a troca de experiência de fisioterapeutas, dentistas, psicólogos, médicos, nutricionistas dentre outros profissionais de saúde, para beneficiar sempre o paciente com um atendimento integrativo. Quer participar do maior e mais completo programa de treinamentos para profissionais da saúde? Clique aqui!

Anti-inflamatórios naturais
Anti-inflamatórios naturais – Uma visão integrativa

Na maioria das vezes, nos esquecemos de todo o benefício que a natureza nos proporciona, encontramos os chamados antibióticos e anti-inflamatórios naturais que têm se provado cada vez mais eficazes, enquanto os sintéticos trazem cada vez mais problemas ao indivíduo.

A importância de não submeter seu paciente a medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios não naturais desnecessariamente pois, além de enfraquecerem o sistema imunológico, seus efeitos colaterais causam mais danos ao organismo do que proporcionam benefícios.

Mas, o que fazer, quando se trata de uma infecção bacteriana ou uma inflamação na cavidade oral?

As superbactérias, por exemplo, surgem a todo instante. A medicação mais fraca, que era ampla e indiscriminadamente utilizada, já não faz mais efeito; criando resistência e deixando poucas e cada vez mais agressivas.

As opções, causadoras de outros problemas como o favorecimento de cândida, fungos, leveduras, o surgimento das alergias e, também, debilidade no fígado e nos rins. Em outra via, os recursos naturais ajudam no reequilíbrio do organismo, não possuem efeitos colaterais, e reforçam positivamente o sistema imunológico, além de serem mais acessíveis financeiramente e mais fáceis de serem encontrados.

A própolis, uma resina utilizada pelas abelhas para a proteção da colmeia, vem ganhando destaque nos consultórios odontológicos por ser um anti-inflamatório natural.

Essa resina já era amplamente utilizada por nossas avós e bisavós nas questões cotidianas, para tratar desde dores de garganta até a queda de cabelo.

A percepção de que a própolis vinha sendo utilizada para a prevenção de diversas doenças sistêmicas gerou a necessidade de se promover estudos quanto a sua eficácia tendo sido publicados vários artigos sobre o assunto.

Um  estudo em 2015 que consistiu na análise de artigos que vinculassem com a odontologia a utilização de produtos  anti-inflamatórios naturais.

Entre os achados, destacamos 14 publicações que citam diretamente o uso da própolis que são considerados anti-inflamatórios naturais atuando no combate a microrganismos ligados à cárie, infecções endodônticas, prevenção de edemas e alívio de complicações relacionadas ao uso de próteses como a mucosite.

Apesar da eficácia comprovada nos artigos, os autores atentaram para a necessidade de se conduzir mais estudos, no sentido de entender com exatidão os mecanismos que provocam a ação dos anti-inflamatórios naturais verificada nos estudos anteriores.

O estudo conduzido por PAINTZ; METZNER foram verificadas as propriedades anestésicas promovidas pela própolis, comparando-a ao anestésico procaína.

Os efeitos sinérgicos da própolis, quando utilizada concomitantemente à procaína, foram 14 vezes mais ativos do que aqueles obtidos com a aplicação da procaína de forma isolada.

SCHELLER et al e GAFAR et al observaram a regeneração da polpa dental com gangrena, através do uso de uma solução de própolis, diretamente na polpa doente.

Já no estudo desenvolvido por MAGRO FILHO e PERRI DE CARVALHO, ficou comprovado que os enxaguatórios bucais contendo própolis combinada a soluções alcoólicas auxiliavam na reparação das feridas cirúrgicas intra bucais e proporcionavam um efeito anti-inflamatório natural e analgésico.

Pesquisadores japoneses conseguiram demonstrar a eficácia da própolis na inibição do crescimento da microbiota cariogênica, especificamente nos estreptococos do grupo mutans, que estão fortemente associados ao início do processo carioso.

GARCIA; GARGUERA estudaram o efeito da própolis nas aftas bucais e concluíram que a solução que continha própolis se mostrou superior na redução das aftas, numa primeira aplicação, em relação aos medicamentos usados comumente.

A conclusão que, a maioria dos autores dos estudos, obtiveram, norteia a mesma lógica: os anti-inflamatórios naturais e antibióticos naturais deverão ser mais utilizados no consultório, a fim de que se diminua o uso exacerbado de medicações sintéticas e seus efeitos colaterais extremamente danosos ao organismo.

Há que se pesquisar, ainda mais, o mecanismo de ação destes medicamentos naturais, pois eles, de fato, funcionam em ambiente clínico e devem ser amplamente divulgados.  Os autores,

inclusive citam a necessidade da participação direta dos nutricionistas nos consultórios odontológicos a fim de divulgarem a chamada cura pela natureza.

Ao apresentar uma manifestação clínica aguda, seu paciente poderá “travar” todos os movimentos e, pasme, esse travamento pode ser oriundo de uma infecção na cavidade oral. Cáries profundas podem originar dores e dormência no braço, levando o indivíduo a procurar um fisioterapeuta em um primeiro momento. Um profissional formado pelo Conceito SIN será capaz de realizar testes específicos e indicar o especialista que o paciente deverá procurar de imediato.

O Conceito SIN preconiza tratar o paciente como um todo, baseando-se em quatro pilares para se ter uma vida saudável: Estilo de Vida, Equilíbrio Emocional, Alimentação e Mobilidade. Ponderando estes pilares, as questões envolvidas devem ser analisadas minuciosamente por um time de profissionais de diversas áreas, que falam a mesma linguagem, trabalhando juntos em prol do paciente. Conheça agora o nosso treinamento! Clique aqui!

 

desempenho físico dos atletas
Desempenho físico dos atletas: como a ATM pode interferir?

Sabe-se que os problemas oclusivos exercem grande influência no desempenho físico dos atletas, determinando grandes prejuízos a sua performance. As dores causadas pela DTM (disfunção têmporomandibular), transtorno causado por tensão excessiva em articulações ou músculos envolvidos no ato de morder, podem atrapalhar o rendimento diário de diversas pessoas, inclusive dos atletas.

O desempenho físico dos atletas pode estar associado ao bem estar de outras partes do corpo, especialmente a coluna, membros inferiores e superiores. Determinadas práticas esportivas, como a prática do remo, de artes marciais, determinam movimentos explosivos, neste momento, o atleta tende a apertar os dentes e este hábito, quando em desequilíbrio da oclusão, pode desencadear a DTM.

A tensão excessiva é apenas um dos fatores desencadeantes da DTM, que também pode estar associada ao bruxismo, ruídos na ATM (articulação temporomandibular), dificuldade de abertura e fechamento da boca, dores na mastigação, mastigar apenas de um lado da mandíbula, promovendo uma sobrecarga na musculatura ou articulação da face, que pode levar a uma alteração postural.

Lesões esportivas e desequilíbrios posturais

Estudos evidenciam que a incidência de lesões esportivas está diretamente relacionada com alterações nos desequilíbrios posturais em atletas. Isso reforça a importância de um tratamento de re-equilibração do tônus postural global. Somente uma avaliação de movimentos quantitativa e principalmente qualitativa pode deixar clara a associação existente entre os músculos e as articulações.

A partir do século XIX, muitos eventos foram descobertos sobre a postura, como a função dos olhos, a influência do vestíbulo e da musculatura, outros estudos mostraram que alguns problemas de desequilíbrios posturais estão interligados com a cavidade oral.

Uma estrutura fundamental na postura é a ATM, que é a articulação por meio da qual o crânio se relaciona com a mandíbula, também influencia na mastigação, deglutição, respiração, por isso que uma disfunção nesta articulação pode levar a queda de desempenho físico dos atletas e alterações de saúde, refletindo em dores no corpo.

Não se sabe ao certo a etiologia da DTM, sabe-se que é multifatorial e que pode estar associada a fatores funcionais, estruturais e psicológicos, desta forma, o tratamento integrado deve ser aplicado, para se alcançar êxito, devolver a performance e o desempenho físico dos atletas e melhorar a qualidade de vida.

Importância do posicionamento correto mandibular

O equilíbrio bucal vai muito além de fatores estéticos, pois pode ajudar tanto na correção de desequilíbrios posturais como no desempenho físico dos atletas.

O desequilíbrio nas ATMs pode atrapalhar a passagem de ar, provocar problemas na coluna cervical e acarretar diversos distúrbios em diferentes regiões do corpo.

É importante entender o posicionamento da mandíbula para poder realizar o diagnóstico de problemas que vão muito além da boca. Uma adequada oclusão está relacionada com os aspectos funcionais de pleno contato entre os dentes, relaxamento dos músculos ao redor da ATM e adequada relação cêntrica do côndilo mandibular.

Procedimentos odontológicos mal conduzidos como próteses dentárias desadaptadas, restaurações com contatos prematuros ou sem contatos, ausências de dentes, desajustes oclusais, mal posicionamento dentário, discrepâncias esqueléticas, presenças de cáries e doença periodontal, podem levar ao desequilíbrio e refletir no inadequado posicionamento mandibular e postural. Assim, o sistema mastigatório é considerado integrado neurologicamente com propriocepção, visual, equilíbrio e controle postural de todo corpo.

Estas alterações bucais podem causar ainda tensões musculares na coluna cervical, podendo culminar em dores reflexas no ombro, no joelho, na região cervical e/ou lombar. Sendo, desta forma, imprescindível a visão da saúde integrativa no contexto de diagnóstico e tratamento do paciente.

Tratamento integrado

A fisioterapia por muito tempo tratou das diversas dores no corpo com uma infinidade de técnicas e métodos. Entretanto, em muitas dessas abordagens, não se buscava a origem e causa da dor, tratava-se apenas os sintomas. Por vezes, obtinha-se resultados satisfatórios, porém momentâneos, logo a dor aparecia novamente.

A princípio não se integrava a possibilidade das dores reflexas no corpo estarem associadas a questões oclusais e vice-versa. Por muito tempo, esta questão bucal influencia negativamente no desempenho físicos dos atletas sem que os mesmos saibam a origem da baixa performance ou índice de lesões.

Na odontologia também não foi diferente, por muitas vezes tratou-se o sintoma do paciente e não a causa. Realizar tratamentos odontológicos e ajustes oclusais avaliando a mobilidade corporal do paciente é algo extremamente inovador e de extrema relevância, trata-se do compartilhamento de conhecimentos e responsabilidades na busca da melhor conduta e eficiência dos resultados.

O idealizador do Conceito SIN – Saúde Integrativa, Prof. Leonardo Machado descobriu o mapa oclusal, onde verificou que determinados grupos dentários quando não bem articulados desencadeavam hipomobilidade corporal, impedindo que o indivíduo executasse livremente determinados movimentos de flexão, extensão e torção, determinando tensões musculares, que refletem em dores nas diversas regiões do corpo, que limita o movimento e reflete na queda de desempenho físico dos atletas.

Na visão da saúde integrativa tanto o fisioterapeuta como o dentista apresentam recursos clínicos capazes de diagnosticar a presença de questões oclusais que podem estar interferindo na mobilidade corporal ou até mesmo refletindo dores em determinadas articulações como ombro e joelho.

Uma avaliação criteriosa, um diagnóstico preciso e uma conduta de tratamento interprofissional bem executada leva ao sucesso e devolve o desempenho físico dos atletas. Sendo diagnosticado o fator oclusal, o dentista avaliará todo sistema estomatognático, verificará as necessidades dos diversos procedimentos odontológicos necessários para proporcionar o equilíbrio deste sistema.

Busca-se com a avaliação integrada, o correto diagnóstico e o tratamento do paciente como um todo. O dentista procurará a estabilização da oclusão, o melhor posicionamento da mandíbula, seja através de reabilitação com próteses dentárias, ajustes oclusais, ortodontia ou instalação de dispositivos intra-orais personalizados, para com isto, retirar a causa das dores e otimizar o desempenho físico dos atletas.

Dispositivo intraoral e desempenho físico dos atletas

O dispositivo intraoral é específico para cada pessoa, os ajustes oclusais são realizados de acordo com as necessidades e características apresentadas no exame clínico, são testados segundo a mobilidade corporal, através dos teste qualitativos idealizados pelo Conceito SIN. O dispositivo estará adequado para o uso quanto não houver travamento dos movimentos do corpo.

Após o uso do dispositivo intra-oral, os atletas e pessoas em geral apresentam um melhor rendimento nas atividades físicas e laborais, sentem o corpo mais leve, “menos travado”, mais equilibrado e redução de determinadas dores de forma significativa.

Assim, a modulação da oclusão pode influenciar na propriocepção e assim obter ganhos no controle postural, equilíbrio, estabilização, performance esportiva, melhora da configuração do arco plantar, agilidade, força lombar e no desempenho físico dos atletas. Vale salientar que as respostas são individuais respeitando fatores de estimulação e do próprio ser.

Mas será que a oclusão é a solução para todos os problemas?

Estamos envolvidos num contexto social, a questão oclusal, é apenas um fator que pode desencadear a DTM, que reflete no desempenho não só físico, como também pessoal e profissional. Na verdade, para alcançarmos o melhor desempenho, deve-se trabalhar todos os pilares de saúde, desde o equilíbrio emocional, ao estilo de vida, adequada alimentação, para assim conseguirmos êxito na mobilidade corporal e alcançarmos excelência na performance e qualidade de vida.

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